Este livro animado e provocativo lança um olhar antropológico sobre o campo da ciência em uma ampla e inovadora discussão que integra filosofia, história, sociologia e autoetnografia. Jonathan Marks examina a antropologia biológica, a história das ciências da vida e a literatura de estudos científicos, ao mesmo tempo em que derruba entendimentos comuns da ciência e da cultura com uma mistura de antropologia, bom senso e humor desarmante. A ciência, argumenta Marks, é amplamente aceita como sendo três coisas: um método de compreensão e um meio de estabelecer fatos sobre o universo, os próprios fatos e uma voz de autoridade ou um locus de poder cultural. Essa tríplice identidade cria papéis e tensões conflitantes dentro do campo da ciência e leva ao seu histórico de sucessos e fracassos instrutivos. Entre os temas abordados por Marks estão a revolução científica, a ciência como pensamento e performance, criacionismo, fraude científica e racismo científico moderno. Aplicando sua percepção, energia e sagacidade consideráveis, Marks lança uma nova luz sobre a evolução da ciência, seu papel na cultura moderna e seus desafios para o século XXI.