Em 5 de outubro de 2017, as jornalistas Jodi Kantor e Megan Twohey, do New York Times, publicaram uma reportagem bombástica, que mudaria para sempre o debate sobre assédio e abuso sexual. A partir de uma longa e delicada pesquisa, elas descobriram que Harvey Weinstein — produtor de Hollywood responsável por construir e alavancar a carreira de atrizes como Gwyneth Paltrow e Jennifer Lawrence — não apenas assediava mulheres, mas tinha a seu favor uma rede antiga e eficiente de advogados que comprava o silêncio das vítimas em troca de vultosos pagamentos. A revelação foi o estopim para que outras mulheres — famosas e anônimas — compartilhassem suas histórias, fazendo do #MeToo um movimento global e que atingiu praticamente todos os setores da vida pública. Com uma riqueza de detalhes extraordinária, Kantor e Twohey descrevem os bastidores eletrizantes de uma das reportagens mais importantes da década, refletem sobre o futuro do #MeToo e do feminismo e trazem testemunhos das mulheres que se manifestaram — pelo bem de outras, das gerações futuras e delas mesmas.
Cravings: Hungry for More nos leva mais longe na cozinha de Chrissy. . . e vida. É uma vida de panquecas que lembram torta de mirtilo, comer molho de cebola com seu esquadrão glam, pão de banana que quebra a internet e uma coisinha chamada Pad Thai Carbonara. Após dois anos de paternidade, apaixonando-se por diferentes sabores e reaprendendo o poder curativo da comida reconfortante, este livro é como o novo diário comestível de Chrissy: - receitas para refeições rápidas (peixe grelhado com manteiga de ervas; queijo grelhado com crosta de parmesão e jalapeño) - receitas para uma vida mais leve, luminosa e saudável (Cenoura Assada e Salada de Abacate com Molho de Limão; Macarrão de Legumes com Parm & Manjericão) - receitas que, bem, vão te colocar na cama, segurando sua barriga (Skillet Peanut Butter Chocolate Chip Blondies; Sleepytime Stew & Cream Cheese Smashed Potatoes) E todas essas deliciosas refeições vão deixar você com muita fome.
#1 Best-seller do New York Times O muito aguardado primeiro livro do gênio da comédia, atriz, queridinha da mídia, estrela de Parks and Recreation, ex-aluno do Saturday Night Live, e uma mulher incrível, Amy Poehler. Você quer conhecer a mulher que viemos a amar pela primeira vez na Upright Citizens Brigade da Comedy Central? Você quer passar algum tempo com a senhora que fez você uivar de tanto rir no Saturday Night Live e em filmes como Baby Mama, Blades of Glory e They Came Together? Você se pega sonhando em sair com a atriz por trás da brilhante Leslie Knope em Parks and Recreation? Você gostaria de estar na platéia nas duas últimas cerimônias do Globo de Ouro, para poder aproveitar a hilaridade das falas de Amy? Se sua resposta a essas perguntas for sim, por favor! Então você está com sorte. Em seu primeiro livro, uma de nossas pessoas engraçadas mais amadas oferece uma leitura inteligente, objetiva e, em última análise, inspiradora. Cheio da habilidade cômica que nos faz amar Amy, Yes Please é uma rica e variada coleção de histórias, listas, poesia (Plastic Surgery Haiku, para ser específico), fotografias, mantras e conselhos. Com capítulos como Trate sua carreira como um namorado ruim, Plain Girl Versus the Demon e The Robots Will Kill Us All Yes Please fará você pensar tanto quanto rir. Honesto, pessoal, real e justo, Yes Please está cheio de palavras para viver.
Gwyneth Paltrow, atriz vencedora do Oscar e autora de livros de culinária, retorna com receitas para os alimentos que ela come quando quer perder peso, ter uma boa aparência e se sentir mais enérgica. Na primavera passada, após uma agenda particularmente cansativa e um lapso de excesso de indulgência, Gwyneth Paltrow estava se sentindo cansada e desmaiada. Uma visita ao seu médico revelou que ela estava anêmica, deficiente em vitamina D e que seus níveis de estresse eram altíssimos. Ele prescreveu uma dieta de eliminação para limpar seu sistema e ajudar seu corpo a se curar. Mas isso significava nada de café, álcool, laticínios, ovos, açúcar, mariscos, peixes de águas profundas, trigo, carne, soja, nada processado! Uma ávida fã de gastronomia, Paltrow estava preocupada que tantas restrições tornassem a hora das refeições chata, então, junto com Julia Turshen, ela compilou uma coleção de 185 receitas deliciosas e fáceis que seguiam as orientações de seu médico. E funcionou! Depois de mudar sua dieta, Paltrow se curou totalmente, sentiu-se mais enérgica e com ótima aparência. Agora, em IT'S ALL GOOD, ela compartilha os pratos que se tornaram a base para a dieta restauradora que ela recorre sempre que sente que precisa. As receitas incluem: Huevos Rancheros, Tartine de Hummus com Pesto de Cebolinha e Menta, Hambúrgueres de Salmão com Gengibre em Conserva, até Brownies Power, "Sorvete" de Banana e muito mais!
As mulheres compõem hoje grande parte da força de trabalho no mundo. Mas ainda são os homens que dominam os cargos de liderança. Dos 195 países independentes no mundo, apenas dezessete são governados por mulheres. A porcentagem feminina em papéis de liderança é ainda menor no mundo empresarial. Isso significa que, quando se trata de tomar as decisões mais importantes para todos, a voz das mulheres não tem o mesmo peso. Neste livro absolutamente inspirador, Sheryl Sandberg investiga as razões de o crescimento das mulheres na carreira estar há tantos anos estagnado, identificando a raiz do problema e oferecendo soluções práticas e sensatas para que elas atinjam todo o seu potencial. Eleita uma das dez mulheres mais poderosas do mundo pela revista Forbes, Sheryl encoraja as mulheres a sonharem alto, assumirem riscos e se lançarem em busca de seus objetivos sem medo. Ela acredita que um maior número de mulheres na liderança levará a um tratamento mais justo de todas as mulheres. A executiva faz uma autorreflexão sincera sobre os acertos e os erros de sua carreira, que, unidos a uma pesquisa vasta, resultaram neste livro escrito com humor e sabedoria. Faça acontecer é um manifesto feminino para homens e mulheres, fundamental para se pensar os impasses e as questões de gênero no mundo do trabalho. A edição brasileira inclui dados específicos da situação das mulheres no nosso país e conta com um prefácio da empresária Luiza Helena Trajano, presidente do Magazine Luiza. “As palavras de Sheryl vão ajudar todos os leitores - especialmente os homens - a se tornarem líderes melhores e mais efetivos.” - Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook “Faça acontecer propõe uma série de desafios ambiciosos. [...] Espero que as mulheres - e os homens - da minha geração leiam esse livro para nos ajudar a construir a vida que desejamos e o mundo em que queremos viver.” - Chelsea Clinton
Quando Alexander McQueen cometeu suicídio em fevereiro de 2010, com apenas 40 anos, um mundo chocado lamentou a perda de seu estilista mais visionário. McQueen tinha uma origem humilde como o filho mais novo de um motorista de táxi do leste de Londres para escalar as alturas da fama, fortuna e glamour. Ele desenhou roupas para as mulheres mais bonitas do mundo, incluindo Kate Moss e Naomi Campbell. Nos negócios, ele criou uma marca de luxo multimilionária que se tornou a favorita de celebridades e da realeza, principalmente a Duquesa de Cambridge, que usava um vestido McQueen no dia do casamento. Mas por trás da fachada confiante e da imagem de bad boy, havia uma alma sensível que lutava para sobreviver no implacável mundo da moda. À medida que as pressões do trabalho se intensificavam, McQueen tornou-se cada vez mais dependente das drogas que contribuíram para seu trágico fim. Enquanto isso, em sua vida privada, seu fracasso em encontrar um amor duradouro com uma série de namorados só aumentou seu desespero. E depois havia os segredos sombrios que assombravam seu sono... Um conto de fadas moderno infundido com a escuridão de uma tragédia grega, Alexander McQueen: Blood Beneath the Skin está prestes a ser adaptado para o cinema, dirigido por Andrew Haigh (45 Anos). Este livro conta a história sensacional da ascensão de McQueen de sua dura educação no leste de Londres para o mundo hedonista da moda. As pessoas mais próximas do designer - sua família, amigos e amantes - falaram pela primeira vez sobre o homem que conheceram, um indivíduo fragmentado e inseguro, um garoto perdido que lutou para entrar em um mundo que acabou por destruí-lo.
Muito aguardado, o terceiro romance de Jeffrey Eugenides tece um comentário sobre o casamento e a tradição do romance vitoriano inglês. Foram nove anos entre o estrondoso sucesso de As virgens suicidas e o lançamento de Middlesex, livro que rendeu o Pulitzer de melhor romance a Jeffrey Eugenides e provou que ele não só tinha se inscrito entre os grandes nomes de sua geração como parecia determinado a não se prender aos estilos e assuntos que tinham feito sua fama. Depois de outros nove anos de espera, a chegada de A trama do casamento confirma essa flexibilidade formal e temática e sacramenta sua posição como um dos mais respeitados autores americanos contemporâneos. Acompanhando um trio de alunos da universidade de Brown entre o ano da sua formatura (1982) e o seguinte, Eugenides fornece um acurado retrato da desilusão de uma geração que viu o otimismo revolucionário dos anos 60 se consumir em cinismo e vazio, ocasionando dúvidas e instabilidades de todo tipo. Depois de ler críticos como Jacques Derrida, Roland Barthes e Michel Foucault, a estudante Madeleine Hanna percebe que gostar de romances já não é o bastante para justificar sua vontade de se graduar em letras. O autor está morto, os livros viraram textos, a semiótica está desconstruindo a linguagem. E já não há romantismo. O que ela não sabe é se deve mesmo se adequar a esse mundo pouco sentimental, em que a devoção por escritoras vitorianas parece um crime. E ainda maior é sua dúvida entre os dois homens que a disputam. Afinal, Eugenides nos apresenta, ao mesmo tempo, uma inquestionável história de amor, ou duas, ao acompanhar a devoção de Mitchell Grammaticus por Madeleine e a complicada relação dela com o gênio problemático Leonard Bankhead. Ao final do romance, resta uma dúvida: Eugenides escreveu uma paródia, um comentário, ou produziu um dos grandes romances-de-casamento da tradição literária de língua inglesa? Isso cada leitor vai ter que decidir por si próprio. E esse é, certamente, o maior mérito do livro.
É o que acontece com Jake Epping, um professor de inglês de uma cidade no Maine, quando Al, dono da lanchonete da cidade, o recruta para assumir a missão que se tornou a obsessão de sua vida: deter o assassinato de John Kennedy. Como? Atravessando um portal na despensa da lanchonete que o transporta para o ano de 1958, a época de Eisenhower e Elvis, carrões vermelhos, meias soquete e fumaça de cigarro. Jake logo se vê na calorosa cidadezinha de Jodie, no Texas, onde dá início a uma nova vida e às suas investigações. Mas todas as curvas dessa estrada parecem levar ao solitário e problemático Lee Harvey Oswald. O curso da história está prestes a ser desviado... com consequências imprevisíveis. Em Novembro de 63, a viagem no tempo nunca foi tão plausível... e tão aterrorizante.
Henry Skrimshander, a grande aposta do time de beisebol da Westish College, parece destinado ao estrelato na grande liga, até que um arremesso de rotina sai desastrosamente do curso. Como consequência desse erro, o destino de cinco pessoas vira de cabeça para baixo. A luta de Henry contra a insegurança ameaça destruir seu futuro como jogador. Guert Affenlight, reitor da faculdade há muito tempo solteiro, se vê de repente perdidamente apaixonado. Owen Dunne, colega de quarto e de time de Henry, envolve-se em um romance arriscado. Mike Schwartz, o capitão do time, se dá conta de que sua dedicação a Henry custou a própria carreira. E Pella Affenlight, a filha do reitor, volta para a Westish decidida a começar uma nova vida depois de fugir de um casamento destinado ao fracasso. Com o fim da temporada se aproximando, os cinco são forçados a confrontar suas mais profundas esperanças, angústias e segredos. Nesse processo, eles criam novos vínculos e ajudam uns aos outros a encontrar seus verdadeiros caminhos. Escrito com acentuada inteligência e repleto da delicadeza da juventude, A arte do jogo é um caloroso romance sobre ambição, amizade, amor e compromisso. Um livro tocante, que fala diretamente ao coração dos leitores.
Antes de Liz Lemon, antes do “Weekend Update”, antes de Sarah Palin, Tina Fey era só uma jovem com um sonho: um pesadelo recorrente em que ela era perseguida em um aeroporto por seu antigo professor de educação física. Ela também tinha o sonho de, um dia, ser comediante na TV. Ela viu esses dois sonhos se tornarem realidade. Finalmente, a história de Tina Fey pode ser contada. De seus dias de adolescente nerd depravada até se tornar chefe do Saturday Night Live; de sua busca pouco entusiasmada pela beleza física até sua vida como mãe que come coisas do chão; de seu romance unilateral no colégio até sua lua de mel quase mortal. Tina Fey revela tudo e prova algo que sempre suspeitamos: você não é ninguém na vida até alguém chamá-lo de “chefe”. O livro inclui opiniões-nunca-antes-solicitadas sobre amamentação, princesas, Photoshop, o processo eleitoral e bolo de rum italiano.
O segundo volume das letras coletadas de Sondheim é um vislumbre notável da mente brilhante de uma lenda e uma continuação do aclamado e best-seller Finishing the Hat. Continuando de onde parou em Finishing the Hat, Sondheim nos dá todas as letras, junto com músicas excluídas e rascunhos iniciais, do vencedor do Prêmio Pulitzer Sunday in the Park com George, Into the Woods, Assassins e Passion. Aqui, também, está um olhar aprofundado sobre a evolução de Wise Guys, que posteriormente foi transformado em Bounce e, eventualmente, tornou-se Road Show. Sondheim nos leva através de suas contribuições para a televisão e o cinema, algumas das quais podem surpreendê-lo, e também cobre muito material nunca visto antes de projetos não produzidos. Há anedotas abundantes sobre suas muitas colaborações, e os leitores são tratados com material pessoal raro neste volume, como Sondheim inclui canções selecionadas de encomendas, paródias e ocasiões especiais pessoais - como uma canção hilariante para o septuagésimo aniversário de Leonard Bernstein. Como ele fez no volume anterior, Sondheim ricamente anota suas letras com conselhos inestimáveis sobre composição, discussões sobre a história do teatro e o estado da indústria hoje e dissecações exatas de seu trabalho, tanto os sucessos quanto os fracassos. Repleto de ainda mais fotografias e ilustrações dos bastidores dos manuscritos originais de Sondheim, Look, I Made a Hat é uma leitura fascinante, devoravel e essencial para qualquer fã do teatro ou da obra deste grande homem.
Neste livro de fotografias originais dos bastidores, o aclamado fotógrafo Terry Richardson segue a superestrela Lady Gaga durante um ano de sua vida, do Lollapalooza até o show final de sua turnê Monster Ball. Durante o período em que seguiu Gaga, Richardson tirou mais de 100.000 imagens e participou de mais de 30 datas do Monster Ball ao redor do mundo. Do MTV Video Music Awards de 2010 ao comício de revogação Don't Ask, Don't Tell em Portland, Maine, ao Thierry MuglershowatMaxime, Paris, Richardson captura Lady Gaga como você nunca a viu antes. Uma odisseia global de um ano - todo acesso, nada fora dos limites - este é o livro que os fãs de Lady Gaga estavam esperando.
A atriz vencedora do Oscar e ávida gastronômica compartilha uma suntuosa coleção de receitas e lindas fotografias que celebram a alegria de preparar comida para os entes queridos, uma paixão que aprendeu com seu amado pai. Como atriz, autora, criadora de tendências, criadora do goop.com e apresentadora da popular série da PBS, Spain: On the Road Again, Gwyneth Paltrow é um ícone de estilo e bom gosto em todo o mundo. Quando jovem, comendo e cozinhando com seu pai, Bruce Paltrow, ela desenvolveu uma paixão pela comida que moldou a forma como ela vive hoje e fortaleceu sua crença de que o tempo com a família é uma prioridade. Agora em My Father's Daughter, Paltrow compartilha suas receitas favoritas de família, juntamente com histórias pessoais de crescer com seu pai, Bruce Paltrow. Ela discute como ele a influenciou na comida que ela adora, como ela envolve seus filhos na culinária e como ela equilibra comida saudável com guloseimas caseiras. E, pela primeira vez, Paltrow oferece um vislumbre de sua vida como filha, mãe e esposa, compartilhando seus pensamentos sobre a importância da família e da união. Completo com 150 ideias deliciosas para café da manhã, sanduíches e hambúrgueres, sopas, saladas, pratos principais, acompanhamentos e sobremesas, este livro lindamente ilustrado inclui fotos coloridas por toda parte, muitas apresentando Paltrow em casa com sua família e amigos. My Father's Daughter é uma coleção deliciosa que inspirará os leitores a cozinhar boa comida com as pessoas que mais significam para eles.
A vida é estressante; sua roupa não deveria ser. Essa é a filosofia por trás de What to Wear, Where, o segundo livro dos autores do popular guia de estilo Who What Wear. Desta vez, Hillary Kerr e Katherine Power dão aos leitores exatamente o que eles pediram: conselhos específicos sobre como montar o visual perfeito para qualquer ocasião social. O que vestir, onde aborda mais de 50 situações sociais importantes, explica o que você deve usar e o que não deve usar e mostra exatamente o que os autores usariam. O que vestir, onde está repleto de dicas práticas e sugestões de estilo, tornando-o o recurso perfeito para quem quer se sentir mais confiante sobre suas escolhas de roupas. É o seu guia para conselhos e inspiração de guarda-roupa! Elogie o que vestir, onde: "[Um] guia definitivo para parecer moderno e atemporal. Com conselhos de estilo para mais de cinquenta ocasiões especiais, O que vestir, onde está a peça final de investimento." -Bazar do harpista
A autora best-seller do New York Times Laura Lippman - vencedora do Prêmio Edgar(R) e de todos os outros grandes prêmios literários concedidos para ficção de mistério e crime - envolve Baltimore p.i. Tess Monaghan no estranho caso de The Girl in the Green Raincoat. Originalmente serializado no New York Times, The Girl in the Green Raincoat está agora em forma de livro pela primeira vez - um thriller magistral no modo Alfred Hitchcock que coloca uma Tess muito grávida e reclusa no centro de um quebra-cabeça assassino que poderia custar-lhe a vida e a vida de seu filho ainda não nascido.
Clássico de literatura estadunidense e mundial, A casa da alegria retrata, atravez da história de Lily, a subjetividade feminina, o empoderamento e da própria construção do que é ser mulher no início do século XX. O romance A casa da alegria é ambientado na Nova York do início do século XX, revelando a alta sociedade norte-americana e seus hábitos, desejos, segredos e ostentações. Em meio a essa realidade, encontra-se Lily Bart, uma jovem linda e bem educada que se vê desamparada financeiramente após a morte de seus pais. Ela é, então, acolhida pela tia, a única parente que se dispõe a ajudá-la, e passa a fazer o possível para se manter entre os grandes figurões da sociedade, embora suas condições não permitam que mantenha seus luxos.Lily Bart, com sua personalidade afiada e um talento especial para ler as pessoas, vai se mantendo entre os ricos como uma espécie de bibelô, sendo convidada para festas, eventos, temporadas no campo e até viagens. Seu objetivo é, conforme sua criação lhe ensinou, encontrar um marido que possa arcar com seus luxos, e assim levar uma vida confortável, porém sem abdicar de sua felicidade. No entanto, sua idade já é considerada avançada para o casamento e suas condições de vida não passam despercebidas pelo seu grupo de amigos.O romance representa as diversas restrições impostas às mulheres na sociedade, desde econômicas até morais. A protagonista Lily, em diversos momentos, se depara com a impossibilidade de ser tratada como igual pelos homens, em especial na área de negócios, e vê sua reputação arruinada por cometer atitudes simples como passear ou viajar sozinha na companhia de um homem. A casa da alegria apresenta as artimanhas que os homens podem construir, baseados na sua posição de poder, além das complexas relações de amizades por parte das mulheres, que, por vezes fragilizadas pela estrutura social de competição, podem cair na armadilha de tornassem inimigas.Edith Wharton apresenta nesta sua obra-prima um pouco de sua vivência pessoal em meio à alta sociedade nova-iorquina e ilumina diversas críticas sociais, como o papel imposto à mulher na sociedade, a educação das mulheres voltada apenas para os objetivos matrimoniais e a desigualdade no tratamento entre os dois sexos. Lily Bart é uma protagonista forte e inesquecível, para ser amada e odiada, mas, acima de tudo, compreendida.
Decidida a se tornar uma escritora famosa e grande espiã internacional quando for adulta, a pequena Harriet, de onze anos, espiona a vida de todo o mundo, e tudo o que vê ela anota no seu secretíssimo caderninho.Um belo dia, porém, sua vida vira de ponta-cabeça. Seu caderninho é confiscado, os colegas a põem no gelo e a pessoa de quem ela mais gosta vai embora para sempre. E agora, como será que Harriet, a Espiã, enfrentará essa crise?
Em 5 de outubro de 2017, as jornalistas Jodi Kantor e Megan Twohey, do New York Times, publicaram uma reportagem bombástica, que mudaria para sempre o debate sobre assédio e abuso sexual. A partir de uma longa e delicada pesquisa, elas descobriram que Harvey Weinstein — produtor de Hollywood responsável por construir e alavancar a carreira de atrizes como Gwyneth Paltrow e Jennifer Lawrence — não apenas assediava mulheres, mas tinha a seu favor uma rede antiga e eficiente de advogados que comprava o silêncio das vítimas em troca de vultosos pagamentos. A revelação foi o estopim para que outras mulheres — famosas e anônimas — compartilhassem suas histórias, fazendo do #MeToo um movimento global e que atingiu praticamente todos os setores da vida pública. Com uma riqueza de detalhes extraordinária, Kantor e Twohey descrevem os bastidores eletrizantes de uma das reportagens mais importantes da década, refletem sobre o futuro do #MeToo e do feminismo e trazem testemunhos das mulheres que se manifestaram — pelo bem de outras, das gerações futuras e delas mesmas.
Cravings: Hungry for More nos leva mais longe na cozinha de Chrissy. . . e vida. É uma vida de panquecas que lembram torta de mirtilo, comer molho de cebola com seu esquadrão glam, pão de banana que quebra a internet e uma coisinha chamada Pad Thai Carbonara. Após dois anos de paternidade, apaixonando-se por diferentes sabores e reaprendendo o poder curativo da comida reconfortante, este livro é como o novo diário comestível de Chrissy: - receitas para refeições rápidas (peixe grelhado com manteiga de ervas; queijo grelhado com crosta de parmesão e jalapeño) - receitas para uma vida mais leve, luminosa e saudável (Cenoura Assada e Salada de Abacate com Molho de Limão; Macarrão de Legumes com Parm & Manjericão) - receitas que, bem, vão te colocar na cama, segurando sua barriga (Skillet Peanut Butter Chocolate Chip Blondies; Sleepytime Stew & Cream Cheese Smashed Potatoes) E todas essas deliciosas refeições vão deixar você com muita fome.
#1 Best-seller do New York Times O muito aguardado primeiro livro do gênio da comédia, atriz, queridinha da mídia, estrela de Parks and Recreation, ex-aluno do Saturday Night Live, e uma mulher incrível, Amy Poehler. Você quer conhecer a mulher que viemos a amar pela primeira vez na Upright Citizens Brigade da Comedy Central? Você quer passar algum tempo com a senhora que fez você uivar de tanto rir no Saturday Night Live e em filmes como Baby Mama, Blades of Glory e They Came Together? Você se pega sonhando em sair com a atriz por trás da brilhante Leslie Knope em Parks and Recreation? Você gostaria de estar na platéia nas duas últimas cerimônias do Globo de Ouro, para poder aproveitar a hilaridade das falas de Amy? Se sua resposta a essas perguntas for sim, por favor! Então você está com sorte. Em seu primeiro livro, uma de nossas pessoas engraçadas mais amadas oferece uma leitura inteligente, objetiva e, em última análise, inspiradora. Cheio da habilidade cômica que nos faz amar Amy, Yes Please é uma rica e variada coleção de histórias, listas, poesia (Plastic Surgery Haiku, para ser específico), fotografias, mantras e conselhos. Com capítulos como Trate sua carreira como um namorado ruim, Plain Girl Versus the Demon e The Robots Will Kill Us All Yes Please fará você pensar tanto quanto rir. Honesto, pessoal, real e justo, Yes Please está cheio de palavras para viver.
Gwyneth Paltrow, atriz vencedora do Oscar e autora de livros de culinária, retorna com receitas para os alimentos que ela come quando quer perder peso, ter uma boa aparência e se sentir mais enérgica. Na primavera passada, após uma agenda particularmente cansativa e um lapso de excesso de indulgência, Gwyneth Paltrow estava se sentindo cansada e desmaiada. Uma visita ao seu médico revelou que ela estava anêmica, deficiente em vitamina D e que seus níveis de estresse eram altíssimos. Ele prescreveu uma dieta de eliminação para limpar seu sistema e ajudar seu corpo a se curar. Mas isso significava nada de café, álcool, laticínios, ovos, açúcar, mariscos, peixes de águas profundas, trigo, carne, soja, nada processado! Uma ávida fã de gastronomia, Paltrow estava preocupada que tantas restrições tornassem a hora das refeições chata, então, junto com Julia Turshen, ela compilou uma coleção de 185 receitas deliciosas e fáceis que seguiam as orientações de seu médico. E funcionou! Depois de mudar sua dieta, Paltrow se curou totalmente, sentiu-se mais enérgica e com ótima aparência. Agora, em IT'S ALL GOOD, ela compartilha os pratos que se tornaram a base para a dieta restauradora que ela recorre sempre que sente que precisa. As receitas incluem: Huevos Rancheros, Tartine de Hummus com Pesto de Cebolinha e Menta, Hambúrgueres de Salmão com Gengibre em Conserva, até Brownies Power, "Sorvete" de Banana e muito mais!
As mulheres compõem hoje grande parte da força de trabalho no mundo. Mas ainda são os homens que dominam os cargos de liderança. Dos 195 países independentes no mundo, apenas dezessete são governados por mulheres. A porcentagem feminina em papéis de liderança é ainda menor no mundo empresarial. Isso significa que, quando se trata de tomar as decisões mais importantes para todos, a voz das mulheres não tem o mesmo peso. Neste livro absolutamente inspirador, Sheryl Sandberg investiga as razões de o crescimento das mulheres na carreira estar há tantos anos estagnado, identificando a raiz do problema e oferecendo soluções práticas e sensatas para que elas atinjam todo o seu potencial. Eleita uma das dez mulheres mais poderosas do mundo pela revista Forbes, Sheryl encoraja as mulheres a sonharem alto, assumirem riscos e se lançarem em busca de seus objetivos sem medo. Ela acredita que um maior número de mulheres na liderança levará a um tratamento mais justo de todas as mulheres. A executiva faz uma autorreflexão sincera sobre os acertos e os erros de sua carreira, que, unidos a uma pesquisa vasta, resultaram neste livro escrito com humor e sabedoria. Faça acontecer é um manifesto feminino para homens e mulheres, fundamental para se pensar os impasses e as questões de gênero no mundo do trabalho. A edição brasileira inclui dados específicos da situação das mulheres no nosso país e conta com um prefácio da empresária Luiza Helena Trajano, presidente do Magazine Luiza. “As palavras de Sheryl vão ajudar todos os leitores - especialmente os homens - a se tornarem líderes melhores e mais efetivos.” - Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook “Faça acontecer propõe uma série de desafios ambiciosos. [...] Espero que as mulheres - e os homens - da minha geração leiam esse livro para nos ajudar a construir a vida que desejamos e o mundo em que queremos viver.” - Chelsea Clinton
Quando Alexander McQueen cometeu suicídio em fevereiro de 2010, com apenas 40 anos, um mundo chocado lamentou a perda de seu estilista mais visionário. McQueen tinha uma origem humilde como o filho mais novo de um motorista de táxi do leste de Londres para escalar as alturas da fama, fortuna e glamour. Ele desenhou roupas para as mulheres mais bonitas do mundo, incluindo Kate Moss e Naomi Campbell. Nos negócios, ele criou uma marca de luxo multimilionária que se tornou a favorita de celebridades e da realeza, principalmente a Duquesa de Cambridge, que usava um vestido McQueen no dia do casamento. Mas por trás da fachada confiante e da imagem de bad boy, havia uma alma sensível que lutava para sobreviver no implacável mundo da moda. À medida que as pressões do trabalho se intensificavam, McQueen tornou-se cada vez mais dependente das drogas que contribuíram para seu trágico fim. Enquanto isso, em sua vida privada, seu fracasso em encontrar um amor duradouro com uma série de namorados só aumentou seu desespero. E depois havia os segredos sombrios que assombravam seu sono... Um conto de fadas moderno infundido com a escuridão de uma tragédia grega, Alexander McQueen: Blood Beneath the Skin está prestes a ser adaptado para o cinema, dirigido por Andrew Haigh (45 Anos). Este livro conta a história sensacional da ascensão de McQueen de sua dura educação no leste de Londres para o mundo hedonista da moda. As pessoas mais próximas do designer - sua família, amigos e amantes - falaram pela primeira vez sobre o homem que conheceram, um indivíduo fragmentado e inseguro, um garoto perdido que lutou para entrar em um mundo que acabou por destruí-lo.
Muito aguardado, o terceiro romance de Jeffrey Eugenides tece um comentário sobre o casamento e a tradição do romance vitoriano inglês. Foram nove anos entre o estrondoso sucesso de As virgens suicidas e o lançamento de Middlesex, livro que rendeu o Pulitzer de melhor romance a Jeffrey Eugenides e provou que ele não só tinha se inscrito entre os grandes nomes de sua geração como parecia determinado a não se prender aos estilos e assuntos que tinham feito sua fama. Depois de outros nove anos de espera, a chegada de A trama do casamento confirma essa flexibilidade formal e temática e sacramenta sua posição como um dos mais respeitados autores americanos contemporâneos. Acompanhando um trio de alunos da universidade de Brown entre o ano da sua formatura (1982) e o seguinte, Eugenides fornece um acurado retrato da desilusão de uma geração que viu o otimismo revolucionário dos anos 60 se consumir em cinismo e vazio, ocasionando dúvidas e instabilidades de todo tipo. Depois de ler críticos como Jacques Derrida, Roland Barthes e Michel Foucault, a estudante Madeleine Hanna percebe que gostar de romances já não é o bastante para justificar sua vontade de se graduar em letras. O autor está morto, os livros viraram textos, a semiótica está desconstruindo a linguagem. E já não há romantismo. O que ela não sabe é se deve mesmo se adequar a esse mundo pouco sentimental, em que a devoção por escritoras vitorianas parece um crime. E ainda maior é sua dúvida entre os dois homens que a disputam. Afinal, Eugenides nos apresenta, ao mesmo tempo, uma inquestionável história de amor, ou duas, ao acompanhar a devoção de Mitchell Grammaticus por Madeleine e a complicada relação dela com o gênio problemático Leonard Bankhead. Ao final do romance, resta uma dúvida: Eugenides escreveu uma paródia, um comentário, ou produziu um dos grandes romances-de-casamento da tradição literária de língua inglesa? Isso cada leitor vai ter que decidir por si próprio. E esse é, certamente, o maior mérito do livro.
É o que acontece com Jake Epping, um professor de inglês de uma cidade no Maine, quando Al, dono da lanchonete da cidade, o recruta para assumir a missão que se tornou a obsessão de sua vida: deter o assassinato de John Kennedy. Como? Atravessando um portal na despensa da lanchonete que o transporta para o ano de 1958, a época de Eisenhower e Elvis, carrões vermelhos, meias soquete e fumaça de cigarro. Jake logo se vê na calorosa cidadezinha de Jodie, no Texas, onde dá início a uma nova vida e às suas investigações. Mas todas as curvas dessa estrada parecem levar ao solitário e problemático Lee Harvey Oswald. O curso da história está prestes a ser desviado... com consequências imprevisíveis. Em Novembro de 63, a viagem no tempo nunca foi tão plausível... e tão aterrorizante.
Henry Skrimshander, a grande aposta do time de beisebol da Westish College, parece destinado ao estrelato na grande liga, até que um arremesso de rotina sai desastrosamente do curso. Como consequência desse erro, o destino de cinco pessoas vira de cabeça para baixo. A luta de Henry contra a insegurança ameaça destruir seu futuro como jogador. Guert Affenlight, reitor da faculdade há muito tempo solteiro, se vê de repente perdidamente apaixonado. Owen Dunne, colega de quarto e de time de Henry, envolve-se em um romance arriscado. Mike Schwartz, o capitão do time, se dá conta de que sua dedicação a Henry custou a própria carreira. E Pella Affenlight, a filha do reitor, volta para a Westish decidida a começar uma nova vida depois de fugir de um casamento destinado ao fracasso. Com o fim da temporada se aproximando, os cinco são forçados a confrontar suas mais profundas esperanças, angústias e segredos. Nesse processo, eles criam novos vínculos e ajudam uns aos outros a encontrar seus verdadeiros caminhos. Escrito com acentuada inteligência e repleto da delicadeza da juventude, A arte do jogo é um caloroso romance sobre ambição, amizade, amor e compromisso. Um livro tocante, que fala diretamente ao coração dos leitores.
Antes de Liz Lemon, antes do “Weekend Update”, antes de Sarah Palin, Tina Fey era só uma jovem com um sonho: um pesadelo recorrente em que ela era perseguida em um aeroporto por seu antigo professor de educação física. Ela também tinha o sonho de, um dia, ser comediante na TV. Ela viu esses dois sonhos se tornarem realidade. Finalmente, a história de Tina Fey pode ser contada. De seus dias de adolescente nerd depravada até se tornar chefe do Saturday Night Live; de sua busca pouco entusiasmada pela beleza física até sua vida como mãe que come coisas do chão; de seu romance unilateral no colégio até sua lua de mel quase mortal. Tina Fey revela tudo e prova algo que sempre suspeitamos: você não é ninguém na vida até alguém chamá-lo de “chefe”. O livro inclui opiniões-nunca-antes-solicitadas sobre amamentação, princesas, Photoshop, o processo eleitoral e bolo de rum italiano.
O segundo volume das letras coletadas de Sondheim é um vislumbre notável da mente brilhante de uma lenda e uma continuação do aclamado e best-seller Finishing the Hat. Continuando de onde parou em Finishing the Hat, Sondheim nos dá todas as letras, junto com músicas excluídas e rascunhos iniciais, do vencedor do Prêmio Pulitzer Sunday in the Park com George, Into the Woods, Assassins e Passion. Aqui, também, está um olhar aprofundado sobre a evolução de Wise Guys, que posteriormente foi transformado em Bounce e, eventualmente, tornou-se Road Show. Sondheim nos leva através de suas contribuições para a televisão e o cinema, algumas das quais podem surpreendê-lo, e também cobre muito material nunca visto antes de projetos não produzidos. Há anedotas abundantes sobre suas muitas colaborações, e os leitores são tratados com material pessoal raro neste volume, como Sondheim inclui canções selecionadas de encomendas, paródias e ocasiões especiais pessoais - como uma canção hilariante para o septuagésimo aniversário de Leonard Bernstein. Como ele fez no volume anterior, Sondheim ricamente anota suas letras com conselhos inestimáveis sobre composição, discussões sobre a história do teatro e o estado da indústria hoje e dissecações exatas de seu trabalho, tanto os sucessos quanto os fracassos. Repleto de ainda mais fotografias e ilustrações dos bastidores dos manuscritos originais de Sondheim, Look, I Made a Hat é uma leitura fascinante, devoravel e essencial para qualquer fã do teatro ou da obra deste grande homem.
Neste livro de fotografias originais dos bastidores, o aclamado fotógrafo Terry Richardson segue a superestrela Lady Gaga durante um ano de sua vida, do Lollapalooza até o show final de sua turnê Monster Ball. Durante o período em que seguiu Gaga, Richardson tirou mais de 100.000 imagens e participou de mais de 30 datas do Monster Ball ao redor do mundo. Do MTV Video Music Awards de 2010 ao comício de revogação Don't Ask, Don't Tell em Portland, Maine, ao Thierry MuglershowatMaxime, Paris, Richardson captura Lady Gaga como você nunca a viu antes. Uma odisseia global de um ano - todo acesso, nada fora dos limites - este é o livro que os fãs de Lady Gaga estavam esperando.
A atriz vencedora do Oscar e ávida gastronômica compartilha uma suntuosa coleção de receitas e lindas fotografias que celebram a alegria de preparar comida para os entes queridos, uma paixão que aprendeu com seu amado pai. Como atriz, autora, criadora de tendências, criadora do goop.com e apresentadora da popular série da PBS, Spain: On the Road Again, Gwyneth Paltrow é um ícone de estilo e bom gosto em todo o mundo. Quando jovem, comendo e cozinhando com seu pai, Bruce Paltrow, ela desenvolveu uma paixão pela comida que moldou a forma como ela vive hoje e fortaleceu sua crença de que o tempo com a família é uma prioridade. Agora em My Father's Daughter, Paltrow compartilha suas receitas favoritas de família, juntamente com histórias pessoais de crescer com seu pai, Bruce Paltrow. Ela discute como ele a influenciou na comida que ela adora, como ela envolve seus filhos na culinária e como ela equilibra comida saudável com guloseimas caseiras. E, pela primeira vez, Paltrow oferece um vislumbre de sua vida como filha, mãe e esposa, compartilhando seus pensamentos sobre a importância da família e da união. Completo com 150 ideias deliciosas para café da manhã, sanduíches e hambúrgueres, sopas, saladas, pratos principais, acompanhamentos e sobremesas, este livro lindamente ilustrado inclui fotos coloridas por toda parte, muitas apresentando Paltrow em casa com sua família e amigos. My Father's Daughter é uma coleção deliciosa que inspirará os leitores a cozinhar boa comida com as pessoas que mais significam para eles.
A vida é estressante; sua roupa não deveria ser. Essa é a filosofia por trás de What to Wear, Where, o segundo livro dos autores do popular guia de estilo Who What Wear. Desta vez, Hillary Kerr e Katherine Power dão aos leitores exatamente o que eles pediram: conselhos específicos sobre como montar o visual perfeito para qualquer ocasião social. O que vestir, onde aborda mais de 50 situações sociais importantes, explica o que você deve usar e o que não deve usar e mostra exatamente o que os autores usariam. O que vestir, onde está repleto de dicas práticas e sugestões de estilo, tornando-o o recurso perfeito para quem quer se sentir mais confiante sobre suas escolhas de roupas. É o seu guia para conselhos e inspiração de guarda-roupa! Elogie o que vestir, onde: "[Um] guia definitivo para parecer moderno e atemporal. Com conselhos de estilo para mais de cinquenta ocasiões especiais, O que vestir, onde está a peça final de investimento." -Bazar do harpista
A autora best-seller do New York Times Laura Lippman - vencedora do Prêmio Edgar(R) e de todos os outros grandes prêmios literários concedidos para ficção de mistério e crime - envolve Baltimore p.i. Tess Monaghan no estranho caso de The Girl in the Green Raincoat. Originalmente serializado no New York Times, The Girl in the Green Raincoat está agora em forma de livro pela primeira vez - um thriller magistral no modo Alfred Hitchcock que coloca uma Tess muito grávida e reclusa no centro de um quebra-cabeça assassino que poderia custar-lhe a vida e a vida de seu filho ainda não nascido.
Clássico de literatura estadunidense e mundial, A casa da alegria retrata, atravez da história de Lily, a subjetividade feminina, o empoderamento e da própria construção do que é ser mulher no início do século XX. O romance A casa da alegria é ambientado na Nova York do início do século XX, revelando a alta sociedade norte-americana e seus hábitos, desejos, segredos e ostentações. Em meio a essa realidade, encontra-se Lily Bart, uma jovem linda e bem educada que se vê desamparada financeiramente após a morte de seus pais. Ela é, então, acolhida pela tia, a única parente que se dispõe a ajudá-la, e passa a fazer o possível para se manter entre os grandes figurões da sociedade, embora suas condições não permitam que mantenha seus luxos.Lily Bart, com sua personalidade afiada e um talento especial para ler as pessoas, vai se mantendo entre os ricos como uma espécie de bibelô, sendo convidada para festas, eventos, temporadas no campo e até viagens. Seu objetivo é, conforme sua criação lhe ensinou, encontrar um marido que possa arcar com seus luxos, e assim levar uma vida confortável, porém sem abdicar de sua felicidade. No entanto, sua idade já é considerada avançada para o casamento e suas condições de vida não passam despercebidas pelo seu grupo de amigos.O romance representa as diversas restrições impostas às mulheres na sociedade, desde econômicas até morais. A protagonista Lily, em diversos momentos, se depara com a impossibilidade de ser tratada como igual pelos homens, em especial na área de negócios, e vê sua reputação arruinada por cometer atitudes simples como passear ou viajar sozinha na companhia de um homem. A casa da alegria apresenta as artimanhas que os homens podem construir, baseados na sua posição de poder, além das complexas relações de amizades por parte das mulheres, que, por vezes fragilizadas pela estrutura social de competição, podem cair na armadilha de tornassem inimigas.Edith Wharton apresenta nesta sua obra-prima um pouco de sua vivência pessoal em meio à alta sociedade nova-iorquina e ilumina diversas críticas sociais, como o papel imposto à mulher na sociedade, a educação das mulheres voltada apenas para os objetivos matrimoniais e a desigualdade no tratamento entre os dois sexos. Lily Bart é uma protagonista forte e inesquecível, para ser amada e odiada, mas, acima de tudo, compreendida.
Clássico de literatura estadunidense e mundial, A casa da alegria retrata, atravez da história de Lily, a subjetividade feminina, o empoderamento e da própria construção do que é ser mulher no início do século XX. O romance A casa da alegria é ambientado na Nova York do início do século XX, revelando a alta sociedade norte-americana e seus hábitos, desejos, segredos e ostentações. Em meio a essa realidade, encontra-se Lily Bart, uma jovem linda e bem educada que se vê desamparada financeiramente após a morte de seus pais. Ela é, então, acolhida pela tia, a única parente que se dispõe a ajudá-la, e passa a fazer o possível para se manter entre os grandes figurões da sociedade, embora suas condições não permitam que mantenha seus luxos.Lily Bart, com sua personalidade afiada e um talento especial para ler as pessoas, vai se mantendo entre os ricos como uma espécie de bibelô, sendo convidada para festas, eventos, temporadas no campo e até viagens. Seu objetivo é, conforme sua criação lhe ensinou, encontrar um marido que possa arcar com seus luxos, e assim levar uma vida confortável, porém sem abdicar de sua felicidade. No entanto, sua idade já é considerada avançada para o casamento e suas condições de vida não passam despercebidas pelo seu grupo de amigos.O romance representa as diversas restrições impostas às mulheres na sociedade, desde econômicas até morais. A protagonista Lily, em diversos momentos, se depara com a impossibilidade de ser tratada como igual pelos homens, em especial na área de negócios, e vê sua reputação arruinada por cometer atitudes simples como passear ou viajar sozinha na companhia de um homem. A casa da alegria apresenta as artimanhas que os homens podem construir, baseados na sua posição de poder, além das complexas relações de amizades por parte das mulheres, que, por vezes fragilizadas pela estrutura social de competição, podem cair na armadilha de tornassem inimigas.Edith Wharton apresenta nesta sua obra-prima um pouco de sua vivência pessoal em meio à alta sociedade nova-iorquina e ilumina diversas críticas sociais, como o papel imposto à mulher na sociedade, a educação das mulheres voltada apenas para os objetivos matrimoniais e a desigualdade no tratamento entre os dois sexos. Lily Bart é uma protagonista forte e inesquecível, para ser amada e odiada, mas, acima de tudo, compreendida.